Levantamento da Brazil Panels revela que, para os apostadores, a principal motivação para fazer uma aposta é a diversão
De acordo com a pesquisa Times de Futebol e Sites de Apostas, realizada pela Brazil Panels em parceria com a TM20 Branding, 55% dos entrevistados avaliam positivamente as casas de apostas, considerando-as “boas” (35%) ou “muito boas” (20%). Porém, 40% dos participantes disseram não considerar esses sites seguros.
Os dados indicam que 69% dos apostadores utilizam as plataformas principalmente por diversão (46%) e entretenimento (23%).
No entanto, quase três em cada dez apostadores (27%) dizem que o fazem como forma de investimento. No recorte por idade, 38% dos apostadores entre 18 e 24 anos afirmam apostar em bets com essa finalidade.
Emoção e perdas financeiras
A percepção sobre as apostas também varia conforme a experiência do torcedor. Entre aqueles que avaliam as bets como “boas” ou “muito boas”, 51% apontam que as apostas aumentam a emoção dos jogos, tornando a experiência mais envolvente e divertida.
Por outro lado, a preocupação com prejuízos financeiros é uma questão: 53% dos que consideram as bets regulares e 61% dos que as classificam como ruins ou muito ruins apontam o risco de perder o controle sobre os gastos como um problema.
No ranking das marcas mais conhecidas pelos torcedores, a Betano lidera com 12% das menções, seguida por Sportingbet (7%), Bet Nacional (5%), Esportes da Sorte e Bet365 (4% cada) e Superbet (3%).
No quesito “força da marca”, que considera atributos como confiança, preferência e recomendação, a Betano também se destaca, alcançando um score de 97/100.
Amostragem da pesquisa
O estudo com o objetivo de entender a relação dos torcedores com as bets e os impactos dessa nova forma de entretenimento no esporte seguiu os critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para garantir que a amostra fosse representativa da população em geral, levando em conta as classes sociais e a distribuição geográfica.
Ao todo, foram entrevistadas 2 mil pessoas, sendo elas 56% mulheres e 44% por homens e com maior parte da amostra entre 25 e 50 anos (51%).
Dentro deste grupo, a maior porcentagem está na faixa etária de 43 a 50 anos (22%), seguida por 35 a 42 anos (17%), mais de 61 anos (14%) e 51 a 55 anos (13%). As faixas etárias de 25 a 34 anos e 56 a 60 anos têm 12% cada, enquanto 9% da amostra está na faixa de 18 a 24 anos.
A maioria dos entrevistados está concentrada na região Sudeste (43%), mesmo critério que representa a população brasileira.
Em seguida vem o Nordeste (28%), Sul (12%), Centro-Oeste (10%) e Norte (8%). A maior parte da amostra (75%) se concentra nas classes C (42%) e B (33%), seguidas pela classe D com 15% e, por último, pela classe A com 10%.
Notícia: Meio e Mensagem